Ode a Lisboa | by alfacinha Luis M. C. Sobral A noite tardava em arrefecer, à luz de um velho candeeiro de rua. As fracas ondas do rio, batiam pausadamente, lá longe, nas Docas. A ténue luz da Lua desenhava na calçada uma bizarra forma de estar. Uma fraca brisa estava com receio…
Comentários recentes